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Mesa de Documentação a Venda

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O que é Mesa de Documentação?

 

 

 

Foi desenvolvida pensando no dia a dia dos técnicos patologistas, com o intuito de facilitar o registro e documentação de amostras.

 

 


A melhor Mesa de Documentação

 

 

  • Mesa de Documentação marca O Patologista – MD16

 

 


Como funciona a Mesa de Documentação 

 

 
Funciona com uma simples caneta de lousa branca.

 

 


Para que serve a Mesa de Documentação

 

 

Para a anotação dos números de protocolo na lousa de anotação.

 


 


Benefícios da Mesa de documentação

 

Permite a remoção com uma flanela ou mesmo um guardanapo de papel, agilizando assim a troca da numeração dos protocolos.

 

Construída em polietileno de alta densidade na cor azul, possui um suporte articulável de fixação da câmera e um adaptador para celular, duas luminárias estrategicamente posicionadas que possibilita completa luminosidade evitando assim o sombreamento ou interferências nas amostras.

 

A mesa possui uma escala em Silk Screen, graduada e numerada em cm no centro da mesa tanto no sentido transversal quanto no sentido longitudinal.

 

A mesa é inteiramente nacional facilitando tanto a parte comercial quanto logística.

 

Você pode colocar qualquer câmera nela e caso não tenha uma câmera própria para isso, a mesa de documentação é equipada com um suporte para celulares, possibilitando assim o uso de celulares para tirar as fotografias.

 

 

 


Lista dos Princiais Benefícios:
 
 
  • Compacta
  • De fácil manuseio
  • Design moderno e arrojado

 

 

 


Para saber:

 

 

Segundo a Sociedade Brasileira de Patologia, o médico anátomo-patologista é um médico especializado na arte e na ciência do diagnóstico.

 

 

A Patologia é um ramo da ciência médica primeiramente a respeito do exame dos órgãos, dos tecidos, e de líquidos corporais a fim fazer um diagnóstico da doença.

 

 

 

Tipos de Patologia

 

 

Os ramos principais da patologia são patologia clínica, patologia anatômica ou uma combinação dos dois, referida como a patologia geral.

 

 

Patologia Geral

 

 

A patologia Geral descreve o estudo científico da doença que pode ser descrito como abnormailty que está causando mudanças na estrutura ou na função das partes do corpo. Na patologia, as causas, os mecanismos e a extensão da doença podem ser examinados.

 

Resulta na mudança na estrutura ou a função de uma parte do corpo e de um significado da doença é considerada igualmente. Um patologista geral seria geralmente familiar com todos os aspectos da análise do laboratório e treinados na química clínica, na microbiologia e na hematologia, por exemplo, mas seu conhecimento seria menos detalhado do que aquele de um subspecialist em um destes campos.

 

 

Patologia Anatômica

 

 

Este ramo da patologia envolve o estudo e o diagnóstico da doença baseados no exame de espécimes corporais cirùrgica removidos ou às vezes do corpo inteiro (autópsia). Os Aspectos de uma amostra que possa ser considerada incluem seu anatômico bruto compo, aparência das pilhas e as assinaturas imunológicas do marcador e as químicas nas pilhas.

 

 

Patologia Clínica

 

 

Este ramo refere-se à análise do laboratório de amostras do sangue, da urina e de tecido para examinar e diagnosticar a doença. Tipicamente, os laboratórios processarão amostras e fornecerão resultados a respeito das contagens de sangue, da capacidade da coagulação de sangue ou dos eletrólitos da urina, por exemplo.

 

 

 

Patologista clínico: É o profissional melhor qualificado para realizar o exame de laboratório.  A sua formação, depois de concluído o curso médico, está focada durante os 3 anos de Residência especializada, na realização, uso e interpretação dos testes de laboratório para diagnóstico e tratamento das doenças.

 

É o especialista responsável pela realização de análises das amostras de células ou tecidos humanos, observadas por meio de microscópios, em que é possível identificar anormalidades nos materiais retirados dos pacientes. Assim, são emitidos laudos médicos, ou seja, diagnosticada qual doença a anormalidade encontrada pode representar.

 

Entre os exames mais conhecidos estão as biópsias, em que se extrai uma parte relacionada a suspeita de doença, podendo significar um tumor, inflamações ou mesmo o câncer propriamente dito. Outros exames envolvem extração de secreção por aspiração, esfregaços e cirurgias.

 

Para estudar as partes extraídas é necessário um vasto conhecimento da anatomia humana e muita concentração. Essa é uma atividade em que não há grandes possibilidades de um diagnóstico realizado de forma automatizada, como os exames de sangue por exemplo.

 

Na maior parte do tempo os patologistas estão nos laboratórios analisando lâminas em seus microscópios. Ali estudam desde materiais extraídos de pessoas vivas, até estudos de peças extraídas após a morte, procedimento conhecido como necropsia. Além do trabalho nos laboratórios e nos serviços de verificação de óbitos, os patologistas também podem integrar equipes durante cirurgias. Nelas é realizada uma biópsia e o diagnóstico durante a operação cirúrgica para indicar qual a intervenção apropriada a ser feita pelo cirurgião durante o ato.

 

 

Interpretação dos resultados 



O médico patologista clínico relata e pode auxiliar na interpretação dos resultados junto ao seu médico assistente. Contudo, como não existem exames de laboratório médico que sejam, ao mesmo tempo, 100% sensíveis (sem falsos negativos) e 100% específicos (sem falsos positivos), a interpretação dos resultados deve ser sempre feita pelo médico assistente e levando em consideração as interações patológicas, fisiológicas, uso de medicamentos e outras.

 

 

 

Exames Especializados:

 

 

Alem dos testes rotineiros, são realizados exames especializados como:

 

Neurológicos: Punção e análise de Líquor. (trazer, se possuir, exames recentes de imagem do crânio e /ou coluna vertebral)

 

Hematológicos: Mielograma/ Punção e análise de Medula Óssea, Citoquímica, Imunofenotipagem, Citogenética

 

Testes de Hormonais pós Estímulos (testes de desafio)

 

Testes de Paternidade (DNA)

 

Toxicológicos

 

Teste do pezinho

 

Testes para Drogas de Abuso

 

Genéticos: cariótipos

 

Medicina Molecular: pesquisa de mutações específicas, hereditárias ou adquiridas (câncer)

 

Exames Laboratoriais em vários materiais biológicos: Sangue, Urina, Fezes, Esperma-sêmen, Líquor, Medula óssea, Saliva, Fios de cabelo, DNA, Exudatos e Transudatos.

 

 

 

Mas afinal, quem procura um médico patologista?

 



Quando uma pessoa percebe uma anormalidade em seu corpo, seja uma pinta nova ou escura demais, quando descobre um nódulo em lugares como mamas ou axilas ou até mesmo quando a mulher que vai realizar o rotineiro Papanicolau, é o patologista quem irá cautelosamente estudar o material extraído. O médico que solicitou o exame indicará ao paciente o laboratório de um patologista para a realização do exame e, após receber os resultados, o tratamento adequado de acordo com o diagnóstico e o estágio da doença apresentado pelo laudo do patologista.

 

Diferente de outras especialidades médicas como a ginecologia, a oncologia e a neurologia, a anatomia patológica, ou apenas patologia, é a atividade de bastidores em que o paciente será auxiliado a entender o que pode significar a anormalidade encontrada, sem que tenha contato direto com esse profissional. De modo que, ao receber o laudo e entregar ao médico especialista, o paciente receberá encaminhamento para a solução de sua doença tendo como ponto de partida o problema encontrado.

 

O laboratório de patologia é visto pelo paciente como uma “caixa preta”: um conjunto de equipamentos sofisticados, onde o material é recebido e o diagnóstico aparece quase que milagrosamente, impresso em um laudo. Porém, essas interpretações e diagnósticos complicados são feitos por um profissional altamente qualificado e em constante atualização, que é o patologista.

 

Baseados nesses laudos, os clínicos e cirurgiões que acompanham os pacientes podem decidir entre as opções de tratamento. Eventualmente, os clínicos examinam com os patologistas os detalhes técnicos específicos dos laudos e, em alguns casos, discutem opções de tratamento. Freqüentemente há necessidade de entrar em contato com o médico assistente, esclarecer dúvidas e saber detalhes da doença para redigir o laudo com precisão.

 

Os laudos anatomopatológicos são escritos em termos técnicos específicos, pois são redigidos para que o médico assistente saiba com exatidão sobre a doença. Embora muitas vezes pareça que o paciente não tem acesso direto ao médico patologista, este pode ser contatado a qualquer momento, pois o telefone do laboratório onde foi feito o diagnóstico está no laudo e o médico patologista pode conversar com os pacientes e esclarecer dúvidas. Mais do que isso, o médico patologista está sempre cuidando para que seu diagnóstico seja correto e adequado. Os médicos patologistas não aparecem nos hospitais, mas é quem cuida para que seu tratamento seja correto.”

 

 

Microscopia: é o estudo das alterações celulares, é o momento em que o médico patologista irá determinar o diagnóstico.

 

 

Sem o médico patologista, a medicina moderna não pode existir!

 

 

 

Fontes:

opatologista.com.br

iacs.com.br

revistavigor.com.br

sbp.org.br

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