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Maquina de Trico

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Máquina de Tricô ou conhecida como a tricoteira

 

Existem, disponíveis no mercado, várias marcas e modelos de máquinas de tricô. Para utilização doméstica, as máquinas de tricô adequadas são as tradicionalmente utilizadas e operadas por uma pessoa, manualmente; permitem que essa pessoa molde a peça tecida já na própria máquina. Assim as cavas, decotes, alargamentos da malha (ou estreitamento), por exemplo, são feitos ao mesmo tempo em que se tece cada parte da roupa em produção; nenhum detalhe exige a realização de cortes posteriores (nem mesmo os decotes). A tricoteira doméstica nem mesmo necessita, como equipamento fundamental, de uma máquina de costura. A grande maioria pode fazer, e faz, os acabamentos das roupas manualmente. Uma tricoteira é, sozinha, uma "mini-fábrica" de roupas.

 

O tricô nas quatro Estações

 

Considerando a grande variedade de "climas" existentes no Brasil, é recomendável que se pense numa máquina de tricô que possa ser utilizada tanto no inverno quanto no verão, sem esquecermos a meia-estação.

 

Considerando também que o investimento numa máquina é relativamente importante (financeiramente), torna-se ainda mais recomendável pensarmos numa máquina de tricô que possa ser utilizada durante a maior parte do ano.

 

Empresas que fabricam Máqunas de Tricô

 

A Lanofix Nova Geração 860 é uma máquina moderna, de fácil manuseio e já acompanha o carro verão que permite a você tecer o ano inteiro para a sua família, amigos e clientes.

O jeito fácil e prazeroso de ganhar dinheiro em casa!

Com os avanços tecnológicos da Lanofix Nova Geração 860 o tricô fica mais fácil e com um toque profissional. Comparando a Lanofix Nova Geração 860 com as máquinas tradicionais com dois carros (verão e Inverno), você vai perceber as inovações que vão fazer diferença no dia a dia da tricoteira profissional e aumentar ainda mais o prazer de tricotar para aqueles que o fazem apenas para casa.

Dentre as inovações, damos destaque para:

 

Dispositivo anulador da seleção da última agulha:

Presente tanto no Carro Verão quanto no Carro Inverno, este dispositivo possibilita que a última agulha em trabalho não seja selecionada para o ponto que está se realizando. No carro verão o dispositivo elimina pontos caídos nas laterais do trabalho e no carro inverno o Jacquard fica com bordas perfeitas.

 

Cames para Rendado isolado:

 

Permite que a tricoteira faça combinações e diversas escolhendo onde o carro verão não vai tecer, ficando o espaço selecionado em ponto meia. Este dispositivo permite criar variações de uma única cartela. Dispositivo exclusivo para o carro verão.

 

Desenho único:

Juntando sua criatividade com a Lanofix Nova Geração 860 um mundo de possibilidades está esperando por você, isso porque ela conta com exclusivo dispositivo de desenho único que permite fazer desenhos isolados no tricô. Um coração do lado esquerdo da peça? A Lanofix Nova Geração 860 faz. E além de tudo isto, o desenho pode ser repetido sobre apenas 72 agulhas, sabe aquele Jacquard lindo que as maquinas de malharia fazem somente no centro da peça? A Lanofix Nova Geração 860 também faz!

 

Guia fio Vanisado (platinado):

 

Este acessório possibilita tecer o tricô em duas cores, uma predominando no avesso e outra predominando no direito. Tecer com este guia fio pontos em Tuck (alto-relevo) o efeito é sensacional! Sem mencionar a possibilidade de aproveitamento de fios de partidas diferentes usando a cor que se quer esconder numa das entradas do Guia Fio Vanisado;

 

E além de tudo isso ela conta com os pontos tradicionais como:

 

Jacquard;

Deslizado (Skip Stitch);

Recolhido (Tuck Stitch);

Tecido Trama;

Ponto Rendado;

 

 

 

A máquina de tricô doméstica

 

A máquina de tricô doméstica é o elo entre o tricô manual e o tricô industrial.

Por isso mesmo permite uma produção muito maior que a do tricô manual mas, obviamente, não tão grande quanto a do tricô industrial.

 

É uma máquina perfeita para se ter em casa: permite a produção de roupas para toda a família (inclusive roupinhas de bebê) e, ainda, uma produção lucrativa o suficiente para ser administrada pela própria pessoa proprietária da máquina de tricô.

 

 As agulhas para Máqunas

 

Analisando os vários tipos de máquinas existentes, sugerimos, com convicção, máquinas de tricô de 200 agulhas, como já o são a maioria das máquinas comercializadas no Brasil.

 

Das marcas existentes as mais conhecidas são: Elgin, Lanofix, Singer.

Cada uma dessas marcas têm modelos de 200 agulhas. Um exemplo disso são, entre outros, os seguintes modelos:

Elgin 840 ou 830, Lanofix SK-280, Singer 326 e agora a Taitexma TH-860 (Lanofix Nova Geração).

Todas respondem bem à possibilidade de utilização tanto para o inverno, quanto para o verão. 

 

A Taitexma (=Lanofix Nova Geração) é similar à Elgin 840 (no manuseio e utilização) com pequenas facilidades adicionais no uso. Ela e mais a Lanofix Silver SK-280 são os dois modelos atualmente importados e distribuidos no Brasil (máquinas novas). São duas máquinas excelentes.

 

  

  SK 280 é o que há de mais avançado em tricô doméstico aliando tecnologia e praticidade. A SK 280 é a única máquina de tricô nova no mercado.

Tece automaticamente pelo sistema de cartelas perfuradas inúmeros desenhos em relevo ou coloridos.

Versátil, tece inverno e verão com a mesma facilidade.

Distribuídas exclusivamente no Brasil pela marca Lanofix associando qualidade de produtos e serviços com a experiência de mais de 60 anos em máquinas de tricô.

Especificações técnicas:

 

Espessura da agulha: 4,5 mm (agulha 5.6)

Quantidade de agulhas: 200 unidades

Peso aproximado: 11,8 Kg

Dimensões (Comp. X Larg. X Alt.): 111 cm X 20,5 cm X 0,9 cm

 

Especificações de fios:

 

Fios fino, médio e médio-grosso, algodão,acrílico inverno e verão, linha, strech, cotton, fios metálicos, fios mistos, Rayon, Bouclê, etc. fios mais grossos devem ser usados com agulhas alternadas.

 

Tamanho do desenho padrão da cartela: 24 pontos

Dispositivo especial para duplicar o desenho escolhido

Principais pontos automáticos com cartelas:

Relevo: (recoger ou tuck) Desenho em alto relevo em uma cor

Jacquard: Desenhos tramados em duas cores

Jacquard Rendado: Desenhos tramados com fio fino e médio da mesma cor, com efeito de renda

Trama: Desenhos tramados em duas cores, em dois fios, fino e grosso, com efeito de tapeçaria

Desenho Único: Desenho isolado no ponto desejado do tecido em jacquard de duas cores

Deslizado (part): Efeito especial de desenho em relevo

 

Acompanham a máquina:

Manual;

Cartelas Perfuradas;

Caixa de acessórios;

 

MÁQUINAS DE TRICÔ

 

As lojas mais tradicionais (de máquinas) estão citadas aqui. Contate a que preferir.

Veja aqui

Conheça as marcas e modelos de máquina de tricô + comuns no Brasil

Veja aqui

A história da máquina de tricô é fantástica. Sabia que quem tricotava eram os homens?

Veja aqui

Conheça aqui os acessórios mais comuns e usuais para sua máquina de tricô.

 

 

 

A HISTÓRIA DA MÁQUINA DE TRICÔ

 

 

A invenção e construção da primeira máquina capaz de trançar e laçar fios tem uma longa história.

 

Sabe-se que o trançado de fios era uma técnica já usada pelos Egípcios, na antiguidade. Haviam pessoas especializadas no entrelaçamento de fios, ainda de maneira muito rústica; mas já era um ofício, um trabalho exercido com distinção.

 

Em outros períodos da história humana as mulheres jovens ocupavam-se em trançar fios para os nobres; nas pirâmides do Egito foram encontradas malhas produzidas por essas operárias; os Faraós usavam esses tecidos como um privilégio e, por isso, queriam-nos nos seus túmulos para, com eles, agradar aos deuses.

 

As primeiras malhas eram de fios trançados com a finalidade específica de serem ou meias ou adornos de pescoço.

 

Existiram equipamentos toscos, de ossos e de madeira, que auxiliavam no entrelaçamento das fibras utilizadas. Esses equipamentos poderiam se assemelhar ao que conhecemos hoje como agulhas (de crochê e de tricô manual).

Produzir malhas foi uma atividade introduzida na Inglaterra pelos Belgas. E os ingleses logo incorporaram essa técnica como algo elegante, artístico. As malhas produzidas eram realmente artísticas; tanto que foram adotadas pela aristocracia britânica em golas e adornos de pescoço.

 

Na Inglaterra, a atividade foi incorporada ao cotidiano das mulheres; vários equipamentos foram desenvolvidos para facilitar esse trabalho; as jovens senhoras e todas as adolescentes passavam dias e dias a trançar fios, produzindo principalmente meias grossas, rústicas, mas que permitiam aos homens o trabalho árduo no campo, mesmo em épocas de muito frio.

 

Uma dessas mulheres chamava-se Mary Panton; seu mais apaixonado fã não aceitava perder a atenção de sua amada para os compromissos dela com a produção de suas malhas.

 

Para que ela pudesse ter mais tempo livre, imaginou um equipamento que fosse rápido o suficiente para que Mary pudesse cumprir seus compromissos na produção das malhas e ainda permitisse que pudessem passar o maior tempo possível juntos.

 

 

 

 

 

 

 

 

O apaixonado inventor foi William Lee e a primeira máquina de tecer ficou pronta em 1589. Era destinada a produzir malha para MEIAS, naturalmente.

 Da paixão surgiu o equipamento que permitia produzir uma fila inteira de malhas no mesmo tempo em que Mary produzia, manualmente, um único ponto.

Na imagem acima o desenho/projeto da primeira máquina de produzir malhas.

 

 

Ilustração: enquanto as mulheres fiavam e cardavam os fios, os homens trabalham nas máquinas de tricô.

 

 

Acima vê-se uma dessas máquinas, já bem usada. Note que há um rolo onde a malha vai sendo armazenada (para não atrapalhar o movimento dos pés (era eles que movimentavam todo o mecanismo da máquina). O cone de fio já tinha o formato dos que são utilizados nos dias de hoje.

 

 

 

 

A notícia varreu a região de Calverton, onde William Lee era o curador da igreja de St. Willfrids (imagem acima).

Os nobres da região, todos, desejavam ter uma máquina dessas.

 

Onde vivia William Lee: interior da Inglaterra, região de Nottinghamshire, povoado de Calverton

 

A invenção revolucionou a história da produção de malhas entrelaçadas (tricô); num primeiro momento especialmente a produção de meias, na Inglaterra e em toda a Europa.

 

A máquina trouxe muitas mudanças para a região, desenvolvimento, pessoas que migravam para evoluir na técnica da produção das meias.

Casas eram projetadas para terem uma sala com luz solar adequada a que se pudesse produzir por maior número de horas. Foi graças a essa máquina que se teve notícia da primeira fábrica de malhas: uma casa de campo, com várias dessas máquinas instaladas, contava com o trabalho de todos da redondeza: os homens manuseavam as máquinas e as mulheres cuidavam de enrolar as bobinas com fios e de fazer o acabamento (emenda e costuras) das meias. Em Calverton ainda existem algumas casas que guardam os traços dessa época: casarios enormes com os locais típicos onde eram instaladas as máquinas de tecer meias. Um bom exemplo disso é a região de Windles.

 

Se William Lee ganhou o coração de Mary Panton, não se sabe. Sabe-se apenas que o inventor da máquina de tecer morreu na França, pobre e sem qualquer reconhecimento pela criação que revolucionou a indústria têxtil da Inglaterra e deu origem à criação de várias outras máquinas semelhantes, para a produção de outros tipos de malha.

Hoje há uma casa de campo, no distrito de Calverton, dedicada a William Lee: nela foi restaurada a sala onde esteve instalada a máquina de tecer meias.

 

Fonte: http://www.tricocursos.com.br/

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