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Abafador Contra Incêndio

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O que são Abafador Contra Incêndio?

 

Ferramenta para combater incêndios rasteiros, extinguindo o fogo por abafamento.Indicado para uso manual no combate a incêndios e queimadas de pequena intensidade: pastagens, vegetações rasteira, aceiros;

Durante a época das secas, os incêndios se tornam comuns em zonas rurais e em outros locais com grande quantidade de vegetação. Uma simples faísca, ocasionada por raios, ou fogo, pode dar início a um incêndio de grandes proporções, principalmente, em regiões em que a vegetação está seca.
 
Em algumas situações, esse tipo de incêndio pode ocorrer em áreas de difícil acesso, por isso, o uso do abafador manual para combate a incêndio é o equipamento mais rápido para evitar que o fogo alastre-se e que cause ainda mais estragos. A sua utilização, como o nome já diz, é manual e simples, conferindo ao abafador manual para combate a incêndio, maior segurança. 
 
Por essa facilidade, é comum encontrar este equipamento em sítios, fazendas e chácaras .
Equipamento simples, composto de um cabo preso, em uma de suas extremidades, a um retângulo de borracha (resistente ao fogo).
 
 
Efeitos dos Incêndios Florestais
 
Os incêndios florestais constituem um dos fatores mais importantes na redução de bosques e florestas no mundo, acarretando:
 
• Destruição da cobertura vegetal
 
• Destruição de húmus e morte de microorganismos
 
• Destruição da fauna silvestre, especialmente animais jovens
 
• Aumento de pragas no meio ambiente
 
• Eliminação de sementes em estado de lactência
 
• Debilitação de árvores jovens suscetíveis a pragas e doenças
 
• Perda de nutrientes do solo
 
• Ressecamento do solo
 
• Destruição de belezas cênicas naturais
 
• Aceleração do processo de erosão
 
• Assoreamento de rios, lagos e lagoas

 

Principais Causas dos Incêndios Florestais

 

De modo geral, podemos dizer que o homem é o principal causador dos incêndios florestais porque a maioria deles são iniciados em decorrência de algum tipo de atividade humana.

 

Existem, também, os incêndios causados por fenômenos naturais, porém eles são mínimos.

 

As causas mais freqüentes dos incêndio florestais são:

 

Práticas Agropastoris: São resultantes da queima para limpeza de terrenos para fins florestais, agrícolas ou pecuários.

 

Pastoreio: O uso milenar do fogo para renovação de pastagens e para o controle fitossanitário de pragas e ervas daninhas já se tornou uma prática que passa de geração a geração.Entretanto, esta prática, sem as devidas precauções, tem sido responsável por incêndios florestais, muitas vezes incontroláveis, em várias partes do mundo.

 

Fogueiras em Áreas de Visitação Pública: Um grande número de incêndios florestais são causados por excursionistas, trabalhadores rurais, caçadores, lenhadores que têm a necessidade de acender fogueiras nos campos e florestas, mas ao deixarem o local, não têm o devido cuidado de apagar, total e corretamente, o fogo.

 

Incêndios Intencionais: A falta de educação e civilidade de um povo também resulta em incêndios florestais. Muitas vezes, as medidas restritivas de proteção aos recursos naturais, criando áreas de proteção ambiental, parques, reservas, tomadas pelo Governo, são freqüentemente mal interpretadas pelos proprietários rurais, que, em resposta a essas providências e precauções, ou por vingança, ateiam fogo intencionalmente nessas áreas.Outras vezes por atitudes de rebeldia ou vandalismo, para satisfazer desejos pessoais, põem fogo nas florestas, campos, pastagens e,principalmente, nas margens de vias públicas.

 

Fumadores: Grandes incêndios têm também suas origens na displicência e falta de precaução dos fumantes ao jogarem cigarros ou fósforos acesos na vegetação seca. A falta de manutenção nas estradas e vias públicas federais, estaduais ou municipais contribui, significativamente, com o aumento de incêndios florestais no país.

 

Entenda o funcionamento básico do abafador manual para combate a incêndio

Para apagar as chamas, basta segurar no cabo, direcionar a borracha para o fogo e abafá-las com o auxílio do equipamento, na sua extremidade existe uma placa de borracha, que consegue extinguir o fogo de forma segura. Além de combater as chamas diretamente, o abafador manual para combate a incêndio pode ser usado também para fazer o rescaldo da área que foi atingida pelo incêndio. É normal que a borracha sofra desgastes com o decorrer do tempo, por isso, é importante fazer a troca da borracha sempre que necessário.

 

Para que serve o Equipamento de Segurança: Abafador Contra Incêndio

Indicado para o combate direto e rescaldo, apagando o fogo por abafamento.Indicado no combate a incêndios rasteiros em sub-bosque florestal, pastagens e áreas rurais.Combate a pequenos focos de incêndios através de força manual.

 

Dicas de Aparelhos que servem para apagar as chamas, em ação direta contra o fogo (Dicas sobre Incêndio):

 

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento possui os Dez Mandamentos da Queimada Controlada, voltados para a prática na agricultura. Para se queimar com racionalidade, é preciso segui-lo.

 

1- Obter autorização do Ibama para queima controlada. Documentos necessários: a) comprovante de propriedade ou de justa posse do imóvel onde se realizará a queima; b) cópia da autorização 

de desmatamento quando legalmente exigida; c) comunicação de queima controlada.

 

2- Reunir e mobilizar os vizinhos para fazer queimada controlada e em mutirão, de maneira que um possa ajudar o outro. Assim, o calor será menor e o solo será menos impactado com a temperatura.

 

3- Evitar queimar grandes áreas de uma só vez, pois as distâncias dificultam o controle do fogo.

 

4- Fazer aceiros, observando as características do terreno e altura da vegetação. Em terreno inclinado, o fogo se alastra mais rapidamente, devendo-se construir valas na parte mais baixa para evitar que o material em brasa saia da área queimada. A largura dos aceiros deve ser 2,5 vezes a altura da vegetação em regiões de pastagens e/ou Cerrado ou, no mínimo, 3 metros, para o caso de queima controlada.

 

5- Limpar completamente o aceiro, sem deixar restos de folhas ou paus, de qualquer natureza, no meio da faixa.

 

6- Prestar atenção à força e direção do vento, à umidade e às chuvas. Só queimar quando o vento estiver fraco. Nunca comece um fogo na direção contrária dos ventos. Inicie no sentido dos ventos. Se a queima for realizada após as primeiras chuvas, é possível evitar o risco do fogo escapar e evitar os danos causados pelo acúmulo de fumaça no ar.

 

7- Queimar em hora fria. No início da manhã, no final da tarde, ou à noitinha, é mais seguro, pois a temperatura é mais baixa e a vegetação está mais úmida.

 

8- Nunca deixe árvores altas, sem serem cortadas, no meio da área a ser queimada. Elas demorarão a queimar, permitindo que o vento jogue fagulhas à distância, provocando incêndios em áreas vizinhas, sobretudo, se forem pastagens.

 

9- Permaneça na área da queimada, após o fogo, pelo menos, por duas horas, a fim de verificar se não haverá pequenos focos de incêndio, na vizinhança, provocados pelos ventos.

 

10 -Tenha sempre disponível, para ser utilizado, em caso de ter de controlar o fogo, o seguinte material: a) enxada; b) abafador; c) foice; d) bomba costal; e) baldes com água.

 

 Fontes: www.ambclean.com.br

              www.sipec.com.br

              www.terrabrasilis.org.br

              www.agsolve.com.br

 

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