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Suporte para papéis

Publicado em 02 de abril de 2014 em História

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A história do suporte para papel toalha

 

 

Os papéis toalha são bastante utilizados atualmente, por serem um produto prático, fácil de utilizar e acima de tudo descartável e ecologicamente correto. Este tipo de produto serve da mesma forma como tipos de toalhas convencionais para a secagem das mãos, bem como das limpezas de vidros ou até mesmo para uma absorção dos líquidos, a forma que é muito mais prática além de segura e acima de tudo bastante higiênica.

 

Os papéis toalha são descartáveis por isso evitam que exista um acúmulo de germes nos mesmos.

 

Conheça um pouco da história do papel toalha

 

Os primeiros papéis toalha que foram criados surgiram na cidade de Champaing nos Estados Unidos. E com isto os rolos eram totalmente produzidos em duas variedades em uma coloração lisa e branca ou também de coloração rosa e impressa com rosas.

 

Hoje o consumo médio de utilização do papel toalha no Brasil deverá vir em 73kg por ano e ainda uma pessoa utiliza em torno de 256 rolos anualmente.

 

Foi apenas durante o ano de 1968 que o papel toalha surgiu no Brasil e eram utilizados em um primeiro momento apenas em salões de barbearias.

 

Com isto para tornar toda a utilização dos papéis mais organizada, e bonita existem várias possibilidades para os armazenar com os porta papéis toalha.

 

Os suportes para papel toalha possuem diversas cores, formatos e também modelos, tudo isto depende de sua necessidade.

 

Caso você tiver uma empresa uma dica interessante é procurar colocar o papel toalha no seu banheiro, ou salas de descanso o que dá um toque de higiene, de pessoalidade e de beleza.

 

São muitos modelos disponíveis conforme a sua necessidade, e por isso é possível se escolher o que melhor se adequar as suas necessidades, e que ainda podemos negociar com você agora mesmo.

 

Os suporte para papel toalha são muito baratos e fáceis de utilizar e também de limpar por este motivo vale a pena se investir neste tipo de utensílio para utilizar na sua casa.

 

Adquira então agora mesmo o seu suporte para papel toalha e saiba que você poderá de forma alguma se arrepender da aquisição e ainda certamente terá uma boa qualidade e um bom produto garantido para utilizar em seu dia a dia sem que possa se preocupar.

O homem sempre teve a necessidade de expressar e registrar suas ideias. Ele lançou mão de vários materiais para conseguir o seu intento. Já falamos aqui da tinta como instrumento de escrita, e hoje vamos abordar sobre o suporte da escrita: o papel.

 

Os antecessores do papel enquanto suporte da escrita foram as placas de argila, ossos, metais, pedras, tabuas enceradas, papiro e o pergaminho. Foram nestes materiais que o homem deixou suas primeiras manifestações gráficas.

O papiro foi utilizado por muito tempo: de 3700 a.C. até os primeiros anos da era cristã. Eram os egípcios que fabricavam e lucravam com o comércio do papiro que com o tempo começou a aumentar. Era produzido a partir de uma espécie de junco, chamado Cyperus papyrus, planta que crescia nas margens do rio Nilo. Grécia e Roma eram seus maiores consumidores. Anterior ao papiro, utilizava-se as tabuinhas enceradas que consistia em pequenas tábuas alisadas e enceradas onde eram gravadas com estilete, mas com o surgimento do papiro, percebeu-se muitas vantagens na sua utilização, pois:

como era um material leve, seu transporte tornava-se mais fácil, além de seu fácil manuseio. Substituindo o estilete, a pena com que agora se escrevia sobre o papiro fez do ato da escrita uma tarefa mais amena. Enfim, a tinta escura sobre o fundo claro do papiro proporcionou melhor legibilidade (BERWARNGER; LEAL, 2008, p.81).

 

Devido ao elevado preço do papiro, houve na Europa a utilização de um tipo de “papel” extraído do líber[1] de algumas árvores, olmo e a tília. Era um material inferior, mas muito utilizado o que competia com a venda do papiro. Há também a afirmação de que o rei Ptolomeu V, do Egito, suspendeu a exportação de papiro, o que levou a procura por outros suportes.

 

Por volta do ano 200 d.C. foi desenvolvido na Europa a fabricação do pergaminho, feito de couros de animais jovens, especialmente o cabrito , que passou a ser o principal suporte da escrita durante quase toda a Idade Média. Atribuem ao rei de Pérgamo, Eumenes II a criação de um processo que aperfeiçoava a preparação do couro.

 

Os palimpsestos eram os pergaminhos raspados e reescritos, ou seja, se havia a intenção de reutilizá-lo, raspava-se e polia-se para eliminar as letras e escrevia-se por cima. O reaproveitamento dos pergaminhos era muito comum, principalmente quando em plena Idade Média houve falta de suporte para a escrita.

 

Os pergaminhos eram ligados uns nos outros formando rolos chamados de “rótulos” ou “volumen”, o que diferenciava dos “códices”, pois estes eram costurados como um livro, escritos no retro e no verso.

O papel surgiu na China e seu processo de fabricação se desenvolveu lentamente, o que não se pode dar uma data precisa sobre seu surgimento. Espalhou-se através dos árabes e a Espanha foi o primeiro país da Europa a fabricar o papel em 1150, na cidade de Toledo. Em 1293, foi instituída pela primeira vez a marca d’água que possibilita identificar o fabricante do papel. O papel não foi bem recebido no início devido sua aparência frágil, preferindo-se o pergaminho “por ser considerado o único suporte de escrita digno de documentos importantes, pela certeza de sua durabilidade” (MOTTA; SALGADO, 1971, p.23).

Testamento de Jorge Lopes - 1651 – Cartório do 2º Ofício. Arquvo Histórico Municipal Felix Guisard Filho. Clique na imagem para ampliar

 

Testamento de Jorge Lopes – 1651 – Cartório do 2º Ofício. Arquvo Histórico Municipal Felix Guisard Filho.

Clique na imagem para ampliar

 

Com o tempo, o papel foi adquirindo maior aceitação. Houve um aumento de sua demanda e o surgimento de várias fábricas na Europa com o surgimento da imprensa por Gutemberg.

 

O papel chegou a ser conhecido como papel-de-trapo, pois era feito de tecido velho. Também se utilizava fibras de cânhamo, de algodão, cascas de amoreira. Devido a escassa produção de trapo, e a necessidade de maior demanda de papel pelas editoras e jornais, sentiu-se a necessidade de se descobrir outro material para sua fabricação. Durante o século XIX, foram elaboradas outras receitas de papel a partir de outros vegetais. Em 1854, já havia processos de obtenção do papel através da fibra da madeira.

 

A primeira fábrica de papel no Brasil foi construída em 1809 por Henrique Nunes Cardoso e  Joaquim José da Silva, industriais portugueses, na cidade de Andaraí Pequeno, Rio de Janeiro.

 

Os papéis preservados no arquivo Histórico Municipal Felix Guisard Filho, por muitos anos ficaram expostos aos males que danificaram alguns deles. Insetos, fungos e umidade são alguns dos causadores do estrago dos documentos, mas hoje, devido ao processo de higienização e conservação adotados, eles estão conservados e a informação registrada nestes papéis, tão cara ao pesquisador, não foi perdida.

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