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Papel Metro

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Papel metro

O papel é um material constituído por elementos fibrosos de origem vegetal, geralmente distribuído sob a forma de folhas ou rolos. Tal material é feito a partir de uma espécie de pasta desses elementos fibrosos, secada sob a forma de folhas, que por sua vez são frequentemente utilizadas para escrever, desenhar, imprimir, embalar, etc. Do ponto de vista químico, o papel se constitui basicamente de ligações de hidrogênio.

Desde os tempos mais antigos e com a finalidade de representar objetos inanimados ou em movimento, o homem vem desenhando nas superfícies dos mais diferentes materiais. Nesta atividade, tão intimamente ligada ao raciocínio, utilizou, inicialmente, as superfícies daqueles materiais que a natureza oferecia praticamente prontos para seu uso, tais como paredes rochosas, pedras, ossos, folhas de certas plantas, etc.

 

Acompanhando o desenvolvimento da inteligência humana, as representações gráficas foram se tornando cada vez mais complexas, passando desse modo a significar ideias. Este desenvolvimento, ao permitir, também, um crescente domínio dessas circunstâncias através de utensílios por ele criado, levou o homem a desenvolver suportes mais adequados para as representações gráficas. Com esta finalidade, a história regista o uso de tabletes de barro cozido, tecidos de fibras diversas, papiros, pergaminhos e, finalmente, papel.

 

A maioria dos historiadores concorda em atribuir a Cai Luan (ou Tsai Luan) da China a primazia de ter feito papel por meio da polpação de redes de pesca e trapos, e mais tarde usando fibras vegetais. Este processo consistia num cozimento forte das fibras, após o que eram batidas e esmagadas. A pasta obtida pela dispersão das fibras era depurada e a folha, formada sobre uma peneira feita de juncos delgados unidos entre si por seda ou crina, era fixada sobre uma armação de madeira. Conseguia-se formar a folha celulósica sobre este molde, mediante uma submersão do mesmo na tinta contendo a dispersão das fibras ou mediante o despejo da certa quantidade da dispersão sobre o molde ou peneira. Procedia-se a secagem da folha, comprimindo-a sobre a placa de material poroso ou deixando-a pendurada ao ar. Os espécimes que chegaram até os nossos dias provam que o papel feito pelos antigos chineses era de alta qualidade, o que permite, até mesmo, compará-los ao papel feito atualmente.

Para se transformar a madeira em polpa, que é a matéria prima do papel, é necessário separar a lignina, a celulose e a hemicelulose que constituem a madeira. Para isso se usam vários processos, sendo os principais os processos mecânicos e os químicos.

 

Os processos mecânicos basicamente trituram a madeira, separando apenas a hemicelulose, e assim produzindo uma polpa de menor qualidade, de fibras curtas e amareladas.

 

O principal processo químico é o kraft, que trata a madeira em cavacos com hidróxido de sódio e hidrossulfeto de sódio, que dissolve a lignina, liberando a celulose como polpa de papel de maior qualidade. O principal inconveniente deste processo é o licor escuro também conhecido como licor negro que é produzido pela dissolução da lignina da madeira. Este licor deve ser tratado adequadamente devido a seu grande poder poluente, já que contém compostos de enxofre tóxicos e mal-cheirosos e grande carga orgânica. O reaproveitamento desta lignina é diverso, podendo o licor ser concentrado por evaporação e usado até mesmo como combustível para produção de vapor na própria fábrica. O branqueamento da polpa de papel subsequente também é potencialmente poluente, pois costumava ser feito com cloro, gerando compostos orgânicos clorados tóxicos e cancerígenos. Atualmente o branqueamento é feito por processos sem cloro elementar conhecido como ECF do inglês "elemental chlorine free" (usam dióxido de cloro) ou totalmente livres de cloro conhecido como TCF do inglês "total chlorine free" (usam peróxidos, ozônio, etc.). Estudos apontam que o efluente que sai de ambos os processos quando tratado não possui diferença significativa quanto ao teor tóxico sendo ambos de baixíssimo impacto ambiental. Aplicações industriais têm apontado para uma redução na emissão de óxidos de nitrogênio (dióxido de nitrogênio e monóxido de nitrogênio) na mudança do processo TCF para o processo ECF. Essas duas evidências em conjunto têm começado a fazer o setor repensar quanto a qual processo dentre os dois é efetivamente menos poluente e quebra um grande paradigma no setor que acreditava como dogma que o processo totalmente livre de cloro (TCF) era o mais adequado ambientalmente.

Os tamanhos de papel se baseiam em sistemas reconhecidos oficialmente por convenções. Atualmente há dois principais sistemas em vigor: o sistema internacional ISO 216, adotado na maioria dos países, e os formatos adotados nos Estados Unidos e Canadá (como o letter).

Os formatos de papel regular na maior parte do mundo provêm do formato definido no ano 1922 na norma DIN 476 do Deutsches Institut für Normung (Instituto alemão de normalização) ou mais conhecido como DIN. A folha do papel fabricado mede um metro quadrado e a medida de seus lados guardam uma proporção que ao dividi-la ao meio, cada uma das metades guardam a mesma relação entre seus lados que a folha original. A ideia deste formato é tratar de aproveitar o papel ao máximo. Deste modo, quando se requer um tamanho de papel, o fabricante pode cortar sem medo para que o resto seja inútil. Neste artigo, mostramos quais são as medidas dos diferentes formatos de papel.

 

DIN 4A0 E DIN 2A0

 

4A0 2.378 × 1.682 mm. 4 m2 (3,999 m2) = Quatro metros quadrados. 2A0 1.682 × 1.189 mm. 2 m2 (1,999 m2) = Dois metros quadrados.

DIN A0 E DIN A1

 

A0 1.189 × 841 mm. 1 m2 (0,999 m2) = Um metro quadrado. Costuma-se usar para desenhos técnicos, planos ou pôsters. A1 841 × 594 mm. 0,5 m2 (0,499 m2) = Meio metro quadrado. Costuma-se usar para desenhos de todo o tipo (incluíndo técnicos), planos, pôsters, diagramas ou similares.

 

DIN A2 E DIN A3

 

A2 594 × 420 mm. 0,25 m2 (0,249 m2) = Um quarto de metro quadrado. Costuma-se usar para desenhos, pósters, diagramas ou similares. A3 420 × 297 mm. 0,12 m2 (0,124 m2) = Um oitavo de metro quadrado. Usa-se para desenhos, pequenos pósters, diagramas, tabelas explicativas, organogramas.

DIN A4 (o mais utilizado)

 

A4 297 × 210 mm. 0,06 m2 (0,0623 m2) = Um Dezesseis avos de metro quadrado. Similar à folha tradicional (algo mais curto) chegou a substitui-la como o tamanho papel de uso mais corrente na vida diária.

DIN A5 E DIN A6

 

A5 210 × 148 mm. 0,03 m2 (0,0310 m2) = 1/32 de metro quadrado. É o tamanho similar à quarta parte de uma folha de papel tradicional. Também se usa para livros. A6 148 × 105 mm. 0,015 m2 (0,0155 m2) = 1/64 de metro quadrado. Usa-se para cartões postais ou livros de bolso.

DIN A7, DIN A8, DIN A9 E DIN A10

 

A7 105 × 74 mm. 0,007 m2 (0,0077 m2) = 1/128 de metro quadrado. A8 74 × 52 mm. 0,003 m2 (0,0038 m2) = 1/256 de metro quadrado. Similar a um cartão de visita ou de crédito, mas algo mais curto. A9 52 × 37 mm. 0,0019 m2 (0,00192 m2) = 1/512 de metro quadrado. A10 37 × 26 mm. 0,0009 m2 (0,00096 m2) = 1/1024 de metro quadrado.

 

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