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Brincos Bijouterias

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O que são  Brincos Bijouterias?

Segundo o dicionário a bijuteria é o ramo da joalheria que trabalha  de modo a criar objetos com materiais não preciosos, ligas metálicas semelhantes a ouro ou prata, assim como com pedras semipreciosas, vidro, plástico, miçangas, etc.

Feitas com material de pouco valor, que não recebem nenhuma camada de material nobre,  para atender a todas as pessoas que tenham interesse em usar 
um acessório idêntico aos originais caríssimos.

 

Elas têm menos brilho natural e possuem forte tendência à oxidação.Pelas características de cada produto, você encontrará muita diferença entre os preços de cada loja.

 

Se não estiver comprando seu acessório em uma joalheria autêntica, sempre questione se você está adquirindo uma semijoia ou bijuteria e calcule o custo-benefício. Há peças que duram bastante tempo, mesmo não sendo joias autênticas.

 

A beleza desses acessórios é inquestionável, mas nem todos puderam – e podem – comprar jóias preciosas com pedras genuínas nos melhores joalheiros do mundo. 

 

Claro que ainda hoje usar uma peça de metal precioso, ou com pedras preciosas é um símbolo de classe social e econômica elevada. Mesmo nas classes não tão favorecidas ainda se encontra generalizado o uso do ouro. Para alguns a bijuteria é considerada de “segunda categoria”. Claro que estamos falando de pessoas que se especializaram na arte da joalharia com a utilização de metais preciosos. 

 

Nunca deixará de ser uma arte lindíssima e que deve ser muito valorizada. No entanto a bijuteria tem as suas vantagens. A primeira é o fato de ser acessível a quase qualquer bolso. Atualmente uma peça de bijuteria pode ser facilmente encontrada, em qualquer lugar, a um preço convidativo. Por outro lado, e devido aos materiais que utiliza, existem de todas as cores, formas e feitios. Não é necessário gastar muito dinheiro com adornos. Basta escolher algumas peças do nosso agrado, que combinam com a cor que mais usamos ou com o tipo de peças de vestuário que mais utilizamos. E teremos sempre uma peça que enaltece a roupa mais simples, ou que dá aquele toque especial à blusa sem graça que temos guardada no fundo do armário. Podemos ter conjuntos de brincos e colar, ou de colar e pulseira… bem, são possíveis quase todas as combinações.

 

 

E por último, se tiver disponibilidade, já existem muitos artigos que dão indicações de como criar a sua própria bijuteria. Um pouco de tempo e imaginação e poderá criar aquela peça que sempre quis mas que nunca conseguiu encontrar numa loja, por mais que procurasse nas ruas de sua cidade. A regra hoje em dia é a variedade. De cores, de formas. E com a bijuteria poderá dar um novo brilho ao seu visual.

 

Acima das bijuterias normais, têm as bijuterias folheadas, ou seja, há uma fina camada, por exemplo, de ouro sobre o material, dando um toque mais charmoso.São as Semijoias.

 

As semijoias (ou folheados) são confeccionadas de maneira muito parecida à das a jóias. A diferença aqui é a resistência do material. Mais simples e frágil que o material nobre da joia, as semijoias recebem uma espécie de cobertura (ou banho) de material nobre. Elas ficam belas e duráveis, porém seu interior não é de material 100% nobre. Por exemplo: a peça de ouro recebe camadas de ouro, mas não é produzida a partir do próprio ouro. Quanto mais camadas a peça receber, mas durável será o produto. Como o próprio nome indica, uma semijoia está a apenas alguns passos de se tornar uma jóia de verdade, mas parou no caminho justamente para oferecer um produto com custo mais acessível do que o de uma jóia real, porém garantindo beleza e, principalmente, qualidade.

 

Conhecendo melhor a bijuteria e como os brincos são feitos

 

Muito diferente das semijoias, as bijuterias são feitas de materiais pouco resistentes, que imitam jóias, mas que não possuem camadas de material nobre. Elas são apenas um enfeite, feito de material simples, contendo alguns tipos de adornos e que, com frequência, apresenta pouco brilho ou perde sua beleza conforme o uso. Além disso, elas podem oxidar com facilidade.

 

O que é bastante atrativo nas bijuterias é a variedade e, sem dúvida, o preço. Feitas de muitos modos e com materiais baratos, como o latão e outros componentes, entre eles ferro e plástico, elas são extremamente populares e costumam atender as expectativas de um grande número de mulheres.

 

O que as mulheres preferem, Semijoia ou Bijuteria?

 

Em geral, as mulheres preferem as duas! Tanto as semijoias quanto as bijuterias costumam agradar o público feminino. Como são produtos diferentes, mas que têm o mesmo objetivo de enfeitar, as duas peças podem conviver em harmonia na vida das mulheres. Inclusive, cada uma combina com um tipo de roupa, estilo e ocasião.

 

As bijuterias podem ser utilizadas com mais facilidade no cotidiano e em situações menos comprometedoras, que requerem acessórios mais simples para a mulher ficar bonita, mantendo a simplicidade. 

 

As semijoias podem ser usadas em eventos sociais de padrão mais elevado, combinando bastante com festas com glamour e requinte, que exigem uma mulher mais bem arrumada.

 

Para cada ocasião, vale pensar se é melhor usar bijuteria ou semijoia. E, claro, quando for comprar, sempre faça uma comparação de preço.

 

O sistema é básico: bijuterias não podem ter preço parecido com o de uma semijoia. Já o preço de uma semijoia deve ficar distante de uma jóia de verdade. Faça uma pesquisa para não gastar dinheiro de forma equivocada.

 

Mercado de bijuterias

 

Em 2011, as vendas de bijuterias alcançaram 1 bilhão de reais internamente, além de 17 milhões de reais com exportações. Desde 2008, o crescimento é de 10% ao ano, ou seja, tem ótimas projeções futuras.

 

O Rio de Janeiro é recordista em movimentação de dinheiro com bijuterias. Foram 200 milhões de reais nos 12 meses de 2011 com 120 fabricantes de bijuterias e joias. Cerca de 40 milhões foram somente com as bijuterias. Vale lembrar que esses dados dizem respeito às empresas legais, já que o setor informal é tão grande quanto e deve render valores altíssimos, pois é extremamente fácil criar bijuterias, basta ter criatividade e disposição.O mercado de bijuterias sempre existiu e vai existir, com ou sem crise, pela simples razão de que as consumidoras mantêm forte ligação emocional com as peças. 

 

Além disso, são produtos baratos e atraentes, mesmo com o aumento de custos no país.' O negócio não exige altos investimentos, nem máquinas, nem tecnologia sofisticada. Depende de criatividade e design. Movimenta milhões de dólares no Brasil. No caso das bijuterias montadas, aquelas feitas com materiais alternativos (tecidos, palha, pedras e vidros), as vendas anuais são de US$ 45 milhões. 

Já em relação às peças folheadas a prata ou ouro, também incluídas nesta categoria, os negócios somam US$ 55 milhões.

 

As vendas de brincos, nos últimos quatro anos, aumentaram para boa parte das empresas, ainda segundo o instituto. Não tanto quanto gostariam empresários como Rosa Guimarães, fabricante paulista de bijuterias,que qualifica o momento atual como de 'vendas retraídas', mas superior ao de jóias, por exemplo. Do total das empresas do segmento, 37% aumentaram as vendas e 19% mantiveram o faturamento estável. Já no mercado de jóias de ouro, apenas 20% cresceram e 16% mantiveram as vendas.

Limeira, conhecida como capital dos folheados, fornece dados sobre o crescimento do setor. Desde 1995, o número de empresas da área dobrou no município. Das 420 ali instaladas, 5% são de grande porte, 40% têm em média 50 funcionários e as demais são pequenas empresas familiares, com até 10 empregados. Do total de peças vendidas, 97% custam menos de R$ 200.

A exportação vem crescendo a cada dia e 14% da produção segue para vários países. 'Os embarques para a América Latina são constantes, mas o desafio é expandir as vendas para os Estados Unidos e a Europa', ressalta Antônio Carlos Longo, diretor do Sindijóias, o sindicato do setor. O mercado mundial movimenta US$ 1 bilhão, estima o IBGM. Alternativa para quem quer vender lá fora é a formação de consórcios, como o Libra Export, que reúne seis pequenas empresas e exportou US$ 300 mil em 2000. 'Hoje, exportamos 20% da produção, mas a tendência é de aumentar o percentual', prevê Jorge Paredes, gerente do consórcio.

Com mercado favorável, é hora de ousadias como a da R. Sobral, do Rio. Fabricante de artigos de resina, identificados com a moda praia, a empresa acaba de inaugurar loja própria em Paris. 'Espero aumentar as vendas em até 15% com a unidade francesa', diz Carlos Sobral, o fundador da marca.

 

Alergia a bijuterias: como evitar?

 

Não é preciso abrir mão das bijus, e muito menos sofrer com coceiras e feridas.

 

O níquel é o principal metal causador da dermatite de contato, a popular alergia, que muitas mulheres apresentam à bijuteria. 

 

Coceira, irritação, vermelhidão e eczemas são os sintomas mais recorrentes do problema, que, se não for devidamente tratado, pode evoluir para casos mais graves, como sangramentos e infecções.

 

Muitas pessoas são geneticamente predispostas a desenvolverem dermatite de contato. Porém, existem alguns fatores que contribuem para o aparecimento das indesejadas lesões. Além da pele ressecada, que é mais sensível, e o tempo de exposição ao material, o local de contato também influencia, já que a pele menos espessa, como das pálpebras e orelha, é mais suscetível à alergia.

 

Sem tratamento, a melhor forma de impedir as reações alérgicas é evitando o uso de peças com níquel, já que, a cada novo contato, as lesões reaparecem. Segundo explica a dermatologista Vanessa Cristina Soares, da Clínica Livon, a prata e o ouro são os materiais que menos provocam alergias.

 

“A pacientes que tem alergia ao níquel deve preferir acessórios feitos de metais com menos risco de alergia, como prata e ouro. No entanto, eles também podem conter uma pequena quantidade de níquel na composição”, afirma. “Uma das alternativas é investir nas chamadas bijuterias nickel-free, que são feitas com aço inoxidável ou alumínio. Existem ainda muitas outras opções de bijuterias que não utilizam metal, como os acessórios feitos de pedras, vidro, fibras e tecidos”, sugere.

 

Fontes:

www.nadafragil.com.br

Wikipédia

www.dicionarioinformal.com.br

chic-biju.blogpost.com.br

loja.mariavittoria.com.br

revistapegn.globo.com

bolsademulher.com

 

 

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