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Moinhos

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Moinhos

Um moinho é uma instalação destinada à fragmentação ou pulverização de materiais em bruto, especificadamente grãos de trigo ou de outros cereais, por meio de mós. Há dois grandes grupos de moinhos tradicionais, que se classificam pela fonte da energia utilizada para fazer mover a mó:

 

    Moinhos de vento são todos aqueles moinhos que utilizam o vento como fonte de energia, a chamada "energia eólica".

    Moinhos de água são os moinhos que fazem uso da água corrente (energia hidráulica).

 

Além desses, também existem ou existiram moinhos movidos a tração animal (atafonas) ou a eletricidade.

 

A tecnologia dos moinhos foi, por vezes, adaptada para fins bem diferentes dos originais. Na Holanda, por exemplo, o célebre moinho de vento foi, na maioria dos casos, utilizado para acionar bombas hidráulicas movidas a energia eólica, construídas para drenar a água das chuvas para o mar. Atualmente a drenagem, na Holanda, é efetuada por motores elétricos que acionam bombas tipo Parafuso de Arquimedes.

História

 

O termo "moinho" deriva do latim molinum, de molo, que significa moer, triturar cereais ou dar à mó. O moinho de água apareceu no século II d. C. com os gregos e os romanos, que depois o espalharam pela Europa. Serviam, como indica a sua etimologia, para moer cereais e transformá-los em farinha.

 

É um engenho muito simples e que foi utilizado durante praticamente dois milênios, permanecendo ainda em uso, embora tendencialmente decadente, no século XX.

Atualidade

 

Nos tempos atuais os Moedores de trigo são movidos por energia elétrica. O equipamento que fragmenta os grãos chama-se banco de cilindros. Cada banco de cilindros possui dois lados, cada um desses lados possui um par de rolos cilíndricos que trabalham em rotações contrárias. Os grãos caem entre esses rolos e são triturados/esmagados.Esse produto então após moído é conduzido a peneira. O produto mais fino obtido dessa peneiração é denominado farinha de trigo, o produto que não passa na mesma é então reconduzido a outro lado de um banco de cilindros ao qual o processo é repetido. Após diversas moagens e peneirações o que sobra é o farelo de trigo, que é um produto que será vendido, na maioria das vezes, como componente para ração animal.

 

    Moleiro(a): funcionário(a) que é responsável pela condução do moinho.

    Moageiro(a): proprietário(a) de um moinho.

Moinho de maré

Um moinho de maré é um tipo de moinho movido pelo movimento da água, causado pelo desnível das marés nos estuários de rios. A evolução tecnológica tornou estes engenhos obsoletos, pelo que a sua actividade foi encerrada há muitos anos. Porém, alguns deles em Portugal, podem ainda ser visitados, principalmente na margem sul do estuário do Tejo.

Funcionamento

 

Os moinhos de maré eram formados por uma caldeira que se enchia de água, através de uma porta de água (adufa), quando a maré enchia, fechando-se em seguida, até à descida das águas, e por uma construção onde se situavam diversas moendas (pares de mós) que se destinavam ao fabrico de farinha. Quando a maré vazava, abriam-se passagens para a saída das águas que faziam mover um número variável de moendas (normalmente entre três e dez)[1] O Moinho de Maré de Corroios, edificado em 1403 por iniciativa do Santo Condestável Nuno Álvares Pereira, constitui um exemplo do aproveitamento da energia das marés, cuja aplicação à atividade moageira se generalizou noutros tempos no estuário do Tejo.

 

 

 

Em 1404, o Condestável doou-o, assim como aos bens que tinha nesta região, ao Convento do Carmo, ordem religiosa de que era Mestre. Já no início do século XVIII foi ampliado, mas não tardou a sofrer novamente obras, pois o terramoto de 1755 causou-lhe grandes estragos. Este Moinho, conhecido também por Moinho do Castelo, mantém-se em condições de funcionamento até aos nossos dias. Em 1980 foi adquirido pela Autarquia. Durante 6 anos sofreu obras de restauro e em 1986 abriu ao público, como núcleo do Ecomuseu Municipal do Seixal.

 

Devido a obras de conservação e requalificação, este núcleo esteve encerrado ao público até setembro de 2009, e reabriu após um processo de qualificação com um investimento de mais de 2 milhões de euros.

 

Classificado como Imóvel de Interesse Público, o moinho oferece a todos os visitantes uma exposição de longa duração denominada “600 anos de Moagem no Moinho de Maré de Corroios”.

Localização em Portugal

 

A região do país onde se pode observar ainda um maior número de moinhos de maré, é a margem sul do estuário do Tejo, principalmente na zona compreendida entre Corroios e Barreiro, passando pelo Seixal. No entanto, há também vestígios, ou registos, de terem existido mais para oriente, nomeadamente em Lavradio, Alhos Vedros, Moita, Lançada, Aldeia Galega (Montijo) e Alcochete, e ainda no concelho de Almada.

 

Também no estuário do Sado é possível observar, em bom estado de conservação, o Moinho de Maré da Mourisca, o qual, após trabalhos de recuperação, pode ser visitado .

Moinho de Maré de Olhão

O moinho de maré de Olhão é um moinho de maré incluído no Parque Natural da Ria Formosa, na Quinta de Marim em Olhão.

Moinho de água

Um moinho de água, ou azenha, é qualquer tipo de mecanismo capaz de aproveitar a energia cinética da movimentação de águas e que permite, moer grãos, irrigar grandes arrozais , drenar terras alagadas e até gerar eletricidade.

 

Há centenas de anos que o movimento da água é usado nos moinhos. A passagem da água faz mover rodízios de madeira que estão ligados a uma mó (pedra redonda muito pesada). Esta, mói o cereal (trigo, milho, cevada, aveia, etc.) transformando-o em farinha. Estas são as estruturas mais primitivas conhecida de aproveitamento da energia cinética das águas dos rios e ribeiros. Modernamente, certas corredeiras e quedas d'água provisórias, onde eram instalados esses moinhos, são usadas para produzir energia elétrica.

 

Hidro significa água. Energia hidráulica é a energia produzida através do movimento da água, podendo ser disponibilizada sob a forma de electricidade, ou diretamente sob a forma de energia mecânica (movimento de rotação).

 

Quando chove nas colinas e montanhas a água desce para os rios que se deslocam para o mar. O movimento ou a queda da água contém energia cinética e energia potencial que pode ser aproveitada como fonte de energia.

 

Normalmente constroem-se diques que param o curso da água acumulando-a num reservatório a que se chama albufeira ou represa. Noutros casos, existem diques (açudes) que não param o curso natural da água, mas obriga-a a passar por um desvio que a leva até o moinho.

 

A transformação da energia contida nos cursos de água em energia aproveitável pode ser feito por meio de uma turbina ou de uma roda de água.

 

Quando se abrem as comportas da barragem, a água presa passa pelas lâminas da turbina (ou pela roda de água) fazendo-a girar, usando a força motriz da água.

 

A partir do movimento de rotação da turbina o processo repete-se, ou seja, o gerador ligado à turbina transforma a energia mecânica em electricidade. Isto é o que acontece na maior parte das barragens.

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